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04/05/2009 - 16:57

Runmirinha

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O bar Exquisito (Rua Bela Cintra, 532, SP) é conhecido pelo ótimo mojito e pelas gostosinhas comidas de inspiração latina, mas o cardápio traz outras curiosidades. Muitas delas estão ali na página de caipirinhas.

Além de oferecer a tradicional com cachaça e as mais comuns com vodca e saquê, o bar varia com drymirinha (com martini dry), ginmirinha (de gin), vinmirinha (de vinho) e runmirinha (com rum). Essa última, mais conhecida mundo afora como caipiríssima, foi o drink que o Bebidinhas resolveu provar no último fim de semana. E, para decepção geral, não aprovou.

Para começar, o garçom não sabia o que estávamos pedindo – ficou atrapalhado, foi preciso explicar. Quando a runmirinha finalmente veio, veio bastante forte e amarga demais, mal combinada e difícil de beber. Capitu, a maior apreciadora de rum deste blog, deixou seu copo pela metade. Foi muito mais feliz quem optou pelo certo e pediu mojito. E fica a dica: para uma boa caipiríssima, uma ida ao Veloso. A foto ao lado, de Capitu, foi tirada lá.

Autor: - Categoria(s): Centro, Opinião do Consumidor, Provamos, São Paulo Tags: , , , ,
08/04/2009 - 09:35

Opinião de Consumidor: Kriek Boon

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Teste de Qualidade: Kriek Boon
– Produto: cerveja
– Nacionalidade: belga
– Graduação alcoólica: 4%
– Nota: 2/5

Conhecida como “Fruit Lambic”, a Kriek Boon (que acaba de chegar ao país via Bier & Wein) é uma cerveja de fermentação espontânea que leva cereja (Krieken) em sua formulação. Melhor irmos com calma. O bom bebedor sabe que existem duas categorias básicas de cervejas, certo: as Ales (de alta fermentação) e as Lagers (de baixa fermentação). A Kriek Boon, porém, é de uma terceira categoria, conhecida por Lambics. São cervejas de fermentação espontânea (ou selvagem) produzidas no Vale do Senne, perto de Bruxelas, cujo maior diferencial é não receberem adição de fermento durante o processo de fabricação.

Se a falta de adição de fermento já bastaria para diferenciar uma cerveja, a Kriek Boon tem uma particularidade que a torna especial: cada litro de cerveja recebe ao menos 250 gramas de cereja. Isso mesmo, a fruta. A cereja é adicionada inteira via maceração (método adotado na cultura do vinho) e o resultado é uma cerveja de paladar ácido-doce, com bela espuma e baixa graduação alcoólica. Para dar um charme ao produto, a Kriek Boon é engarrafada com rolhas de champagne e já tem prêmio no currículo: medalha de ouro do Monde Selection, de Bruxelas.

A rigor, o brasileiro apaixonado por Lagers vai estranhar a Kriek Boon. Sua leveza e o sabor de cereja bastante destacado chamam a atenção enquanto produtos tão queridos como o malte e o lúpulo acabam ficando em segundo plano, porém é preciso ter em mente que essa é uma cerveja para ser bebida em ocasiões especiais (seu preço, em torno de R$ 30, exemplifica isso), e não em happy hour de sexta-feira ou em frente à TV assistindo a um jogo de futebol. Se os amantes da loura gelada talvez estranhem a Kriek Boon, aqueles que não gostam de cerveja (preferindo champagne ou mesmo vinho) deviam dar uma chance para esta belga doce e ruiva. Pode rolar romance.

Leia também:
– Opinião do Consumidor: Hoegaarden (aqui)
– Opinião do Consumidor: Erdinger Champ (aqui)
– Opinião do Consumidor: 8.6 Red (aqui)
– Opinião do Consumidor: Beck’s (aqui)
– Top Ten Cervejas Européias (aqui)

Autor: - Categoria(s): Eventos, Opinião do Consumidor, Provamos Tags: , , , , ,
24/09/2008 - 10:26

Opinião do Consumidor: Erdinger Champ

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Teste de Qualidade: Erdinger Champ

– Produto: cerveja
– Nacionalidade: alemã
– Graduação alcoólica: 4,7%
– Tipo: cerveja de trigo

Da cidade de Erding, na Bavária, nasce a Erdinger, uma das mais famosas marcas de cerveja alemã. A cervejaria foi fundada em 1886 por Johann Kienle, e passou a se chamar Erdinger em 1949. Um dos grandes diferenciais positivos da marca é que a cerveja é sempre produzida e engarrafada na Bavária, e não licenciada para outras distribuidoras, o que lhe confere um atestado de qualidade.

Esta versão Champ (330ml) foi criada especialmente para ser bebida direto da garrafa, de preferência entre amigos, já que o fundo do vasilhame possui um abridor de giro exclusivo, integrado ao próprio frasco, que permite abrir outra garrafa, mas você sempre irá precisar ter duas, certo.  Além da aposta marqueteira do abridor, essa versão Champ é mais leve (em gosto e teor alcoólico) que a versão tradicional.

De coloração ruiva e gosto refrescante, ela é bem encorpada e em alguns momentos lembra as nacionais Bohemia e Original. Particularmente a acho inferior as belgas no quesito sabor, e fico com pulgas atrás da orelha quando o mais interessante de seu marketing seja sua forma de abrir, e não a bebida em si. Mesmo assim, é uma ótima pedida para baladas e lugares em que o copo é dispensável, no entanto as versões clássicas de 500ml são melhores.

 

 

Autor: - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags: , , , ,
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