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06/10/2008 - 12:13

Opinião do Consumidor: 8.6 Red

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 Teste de Qualidade: 8.6 Red
– Produto: cerveja
– Nacionalidade: holandesa
– Graduação alcoólica: 7,9%

Da cidade de Tilburg, na Holanda, surge a 8.6 Red, variante adocicada da popular 8.6, uma das marcas holandesas mais famosas no mundo. Fabricada pela cervejaria Bavaria NV, a mais antiga da Holanda (aberta em 1719, mesmo ano da produção inicial da 8.6), esta versão vermelha é uma cerveja de baixa fermentação cujo gosto artificial de cereja marca o paladar.

De sabor (que, segundo três amigos que a experimentaram, lembra muito a nossa Malzibier) e cheiro adocicado, toques levemente amargos no final e uma belíssima coloração vermelha natural, a 8.6 Red é uma cerveja com notas de malte e caramelo que, a exemplo de várias cervejarias européias, também utiliza trigo em sua fórmula, embora este ingrediente não se pronuncie.

Seu teor alcoólico elevadíssimo (7,9%) em contraste com seu sabor adocicado (apesar do amargor final) pode enganar o consumidor: cuidado, uma latinha de 500 ml (como costuma ser importada para o Brasil) pode deixar os menos experientes “altinhos” com bastante facilidade. É uma cerveja interessante para se beber de vez em quando, principalmente como acompanhamento de peixes, carnes e queijos.

No Brasil, a lata de 500ml pode ser encontrada em empórios e lojas de bebidas entre R$ 8 e R$ 11.

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24/09/2008 - 10:26

Opinião do Consumidor: Erdinger Champ

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Teste de Qualidade: Erdinger Champ

– Produto: cerveja
– Nacionalidade: alemã
– Graduação alcoólica: 4,7%
– Tipo: cerveja de trigo

Da cidade de Erding, na Bavária, nasce a Erdinger, uma das mais famosas marcas de cerveja alemã. A cervejaria foi fundada em 1886 por Johann Kienle, e passou a se chamar Erdinger em 1949. Um dos grandes diferenciais positivos da marca é que a cerveja é sempre produzida e engarrafada na Bavária, e não licenciada para outras distribuidoras, o que lhe confere um atestado de qualidade.

Esta versão Champ (330ml) foi criada especialmente para ser bebida direto da garrafa, de preferência entre amigos, já que o fundo do vasilhame possui um abridor de giro exclusivo, integrado ao próprio frasco, que permite abrir outra garrafa, mas você sempre irá precisar ter duas, certo.  Além da aposta marqueteira do abridor, essa versão Champ é mais leve (em gosto e teor alcoólico) que a versão tradicional.

De coloração ruiva e gosto refrescante, ela é bem encorpada e em alguns momentos lembra as nacionais Bohemia e Original. Particularmente a acho inferior as belgas no quesito sabor, e fico com pulgas atrás da orelha quando o mais interessante de seu marketing seja sua forma de abrir, e não a bebida em si. Mesmo assim, é uma ótima pedida para baladas e lugares em que o copo é dispensável, no entanto as versões clássicas de 500ml são melhores.

 

 

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18/09/2008 - 12:19

Opinião do Consumidor: Hoegaarden

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Teste de Qualidade: Hoegaarden

– Produto: cerveja
– Nacionalidade: belga
– Graduação alcoólica: 4,9%

Produzida na pequena vila de Hoegaarden, no norte da Bélgica, desde 1441, a Hoegaarden é uma autêntica cerveja de trigo belga, também conhecida como White Beer. A Hoegaarden possui um processo de fabricação único e complexo e, por isso, é virtualmente diferente de qualquer outra cerveja no mundo.

A primeira etapa da elaboração é um processo de alta fermentação. Depois, a cerveja é engarrafada sem pasteurização e permanece em repouso por mais três semanas para que aconteça a re-fermentação dentro da garrafa. A aparência final é de uma cor amarelo ouro e opaco típico das cervejas de trigo belgas.

Além de seu processo de produção diferenciado (um fora e outro dentro da garrafa), a Hoegaarden contem ingredientes especiais como sementes de coriandro e raspas de casca de laranja, ingrediente que lhe confere alta refrescância e um gosto entre o frutado e o cítrico.

É uma cerveja bastante leve e deliciosa que deixa um azedinho no paladar após ingerida. Foi uma das Top 5 dos meus 40 dias na Europa e é uma das cervejas importadas mais fáceis de se encontrar no Brasil. A long neck de 330ml pode ser encontrada em lojas de bebidas e alguns supermercados entre R$ 3,90 e R$ 4,90.

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25/08/2008 - 14:16

Onde encontrar a melhor água com gás do mundo?

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Muita gente acredita que água com gás é tudo igual. Eu discordo. E tenho cacife para tanto. Não sei exatamente se foi esse o motivo que me colocou na posição de editor do iG Crianças, mas o fato é que em 29 anos de existência jamais coloquei uma gota de álcool na boca. E sim, isso quer dizer que nunca provei champagne no Reveillon, vinho na macarronada de domingo e cerveja nos bares de São Paulo.

Antes que alguém pense que essa atitude está ligada a um culto religioso, trauma de infância ou problemas genéticos, afirmo que não pertenço a nenhuma seita, nunca apanhei de parentes bêbados quando criança e possuo um fígado em perfeito estado de conservação.

Agora que já deixei claras minhas credenciais, vou seguir com o tema proposto que é água com gás. Existe uma infinidade desse tipo de bebida nos bares e mercados das cidades, mas uma marca supera as demais. No caso, a água gaseificada de São Lourenço.

Para quem não conhece, a cidade mineira de São Lourenço tem como principal cartão postal o Parque das Águas, que consiste numa enorme área verde onde foram construídas fontes de águas minerais específicas.

Uma dessas águas é a famosa água gasosa, engarrafada e distribuída pela Nestlé. Essa água, ao contrário da maioria disponível no mercado, não é gaseificada artificialmente. Isso mesmo, o grande lance das águas de São Lourenço é o fato de que elas “brotam da terra” assim, com um gosto específico de minerais naturais. E essa naturalidade, por assim dizer, é o que torna o seu gosto incomparável.

Mas infelizmente a água “gasosa” não chega sequer aos pés da melhor de todas as fontes existentes no Parque das Águas. E quando afirmo isso estou me referindo a melhor de todas as águas que já tomei na minha vida, que é a água mineral carbogasosa ferruginosa.

Desde pequeno freqüento o balneário de São Lourenço com meus pais, e a grande expectativa após horas de viagem até lá é sentir o sabor de “ferrugem” que só essa bebida possui. Tenho certeza de que ali “o criador” gastou uns minutos a mais.

Mas como nem tudo é perfeito, descobri a duras penas que o gosto da ferruginosa não resiste mais que dois ou três dias após ser engarrafada, o que sempre me impediu de apreciar seu sabor no sofá de casa. Paciência.

Mas a dica está aí: se quiser beber a melhor água com gás do mundo, rume para São Lourenço e procure pela Fonte Primavera no Parque das Águas. Se não tiver paciência, contente-se com a inigualável água gasosa nos melhores bares, cafés e restaurantes da cidade.

Autor: - Categoria(s): Minas Gerais, Recomendamos, São Lourenço Tags: , , ,
17/08/2008 - 16:03

Domingo quente pede cerveja gelada

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Eu não sei como está o tempo nas outras cidades, mas aqui em São Paulo o inverno tirou férias, e este domingo amanheceu muito ensolarado. Um calor… daí, vocês hão de concordar comigo, domingo quente pede cerveja gelada. E eu abri uma das atuais favoritas da casa pra acompanhar meu humilde almocinho.

Therezópolis Gold. Hmmmmmmmmm. Eu adoro uma cervejinha, e esta ganhou meu coração. Leve e refrescante, é minha atual pilsen do coração. Fui pesquisar e no site da Therezópolis Gold eles contam que a cerveja é fabricada desde 1912 (quase cem anos!) seguindo a Reinheitsgebot. Não sabe o que significa este palavrão? Eu também não sabia, mas vi na Wikipedia que é a Lei de Pureza da Baviera, que determina que as cervejas só podem ser fabricadas com malte de cevada, água e lúpulo.

O negócio lá na Baviera era sério! Quem não respeitasse a Reinheitsgebot teria seus barris de cerveja apreendidos, “para o bem de todos os interessados”.

Imagina que beleza se a gente adaptasse esta lei para os tempos modernos? Bar que vende chope mal tirado tem que ser multado! Cervejaria que faz cerveja tosca tem que ser fechada! Eu sou super a favor…

Mas voltando à Therezópolis Gold. Ela harmonizou muito bem com meu farfalle ao sugo (não reparem na feiura da comida. Posso garantir que estava gostosa, e, além disso, a especialista em comida é Ale Blanco, eu só me garanto nas bebidas mesmo). Desceu bem também com as Olimpíadas na TV. E com meu domingo calorento.

E aí? Qual a sua cerveja do coração? Conta pra gente nos comentários.

Tim-tim!

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16/08/2008 - 09:26

Coca-Cola: modo de tomar

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Bebidinhas não são só alcoólicas, gente! E eu, que passei muito tempo sendo aquela única criatura da mesa com um copo de refrigerante, tinha que fazer meu post inicial sobre o melhor jeito de degustar uma Coca-Cola.

“Hein? E tem diferença?”, os hereges podem perguntar. SIM! Aprendi isso frequentando o Balcão, meu bar favorito em São Paulo. A fórmula é simples: Coca-Cola de garrafa de 290 ml, um copo alto e gelo de máquina.

A Coca de garrafa nem preciso explicar, é a melhor e ponto. Nem as garrafilhas pequeninas, que são fofas, se comparam à de 290ml. O copo alto preserva melhor o gás. E o gelo de máquina (aquele bem lisinho, com um furinho no meio) não tem aquele “retrogosto de geladeira” que os outros gelos têm.

Ah! Muito importante: nada de limão pra atrapalhar o gosto! :D

Bar Balcão
Rua Melo Alves, 150, Jardim Paulista – São Paulo
Tel.: 11 3063-6091

PS.: Me apresentando: Capitu (ou Marcela), coordenadora de web 2.0 do iG, caçadora de Sites Que Amamos, colaboradora do Comidinhas, fotógrafa compulsiva. Vou escrever bastante sobre os não alcoólicos por aqui, mas também defenderei delícias como o Romã Cosmopolitan. O que? Não conhece Romã Cosmopolitan? Aguarde! :)

Autor: - Categoria(s): Jardins, Recomendamos Tags: , , , , ,
14/08/2008 - 18:07

Bom, barato e em alemão

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Quem nunca precisou contar as moedinhas na hora de comprar um drink em um bar que atire a primeira pedra. Pois bem, quando as moedinhas são em Euro, então, o budget é ainda menor. E foi em um desses momentos de “necessidade” que conheci uma bebida bastante exótica, nos canfundós de Kreuzberg, um bairro turco divertidíssimo de Berlim, a cidade que não dorme (podem acreditar).

O bar ficava no terceiro andar, se a memória não me falha, de um prédio comercial e o acesso para o boteco alemão dava-se por meio de uma portinha imperceptível para qualquer turista. Só encontramos o lugar graças a um amigo brasileiro, local, que hoje mora em Berlim.

Depois de subir alguns lances de escada, encontramos o lugar, vazio, talvez em virtude do horário e do dia da semana – 3h da madruga de uma quarta-feira, se não me engano.

Começamos com um clássico Jägermeister (a pronúncia, amigos, é assim, oh: “Iaguermainster”), enquanto aguardávamos a chegada de uma outra conhecida chamada Isabel. Alemã da gema, Isabel estava em Berlim há alguns meses, após passar uma temporada em Londres.

Quando ela chegou (exatamente no horário combinado; inclusive achei os alemães ainda mais pontuais do que os ingleses), pediu no bar um drink ainda inédito para essa paulistana by night. Quando perguntei do que se tratava, Isabel foi sucinta: “Red wine and coke” – já que ninguém falava alemão, conversávamos em inglês mesmo. Não consegui esconder a minha cara estupefata, afinal a idéia de tomar vinho e Coca-Cola não é lá das mais agradáveis. Pelo menos não, assim, juntos.

Bem, com bastante simpatia e perseverança a alemã maluquinha me convenceu a ir até o bar e pedir a mesma coisa. O barman, ao contrário do que imaginava, não achou estranho o pedido e cobrou por ele €2. Ah, nem preciso dizer que a bebidinha conquistou meu coração outrora berlinense.

O gosto não é ruim e confesso ter tomado outros dois drinks iguais ao longo da noite. A bebida é basicamente composta de meia dose de vinho tinto e meia dose de Coca-Cola – no meu caso, light. Gostei.

Quem quiser “sentir o clima” berlinense pobre aqui no Brasil, ouse! Eu recomendo. Ah, claro, o nome da bebidinha é Kalimotxo, de origem basca (Bebidinhas também é cultura).

Cheers

PS. Bom, amigos de copo, para quem não me conhece, sou jornalista, editora do Arena Turbo, “mãe” do blog Game Girl, além de frequentadora assídua de botecos “around the world”.

Crédito//Foto: Flickr mikeltxo2008

*****Atualização*****

Adorei! Eu não sabia que se tratava de uma bebida conhecida aqui no Brasil, principalmente no Sul do país. Bom, aqui em São Paulo, onde moro, não é muito comum beber vinho e Coca-Cola. De qualquer forma, compartilhar essas experiências todas é muito bacana. Dicas são sempre bem-vindas ;p
Cheers

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