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Arquivo da Categoria Se meu copo falasse…

05/06/2009 - 12:50

Meus cinco botecos preferidos em SP

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Na mesa do Veloso

A primeira coisa que me disseram quando comentei que iria listar os meus botecos preferidos em São Paulo foi: “Que coisa de alcoólatra, hein”. A idéia, na verdade, era falar de alguns lugares legais que eu gostaria muito que outras pessoas – principalmente de fora – conhecessem. Por fim, acabei descobrindo que vou sempre aos mesmos lugares. Quase sempre (risos). Pra mim, a idéia de boteco vai muito além de um lugar para beber, beber e beber. Tem que ter comida boa também.

Na verdade, o Kebabel (de boas cervejas importadas e nacionais) na Fernando de Albuquerque poderia entrar na lista. Já tive ótimas (e péssimas) experiências no BH, na quadra de cima do Espaço Unibanco na Augusta, e é uma pena eles só terem cerveja long-neck. O Salve Jorge, com a melhor porção de polenta frita acompanhada de molho bolonhesa da cidade, merece uma citação assim como o The Pub, na Augusta, o Filial e o São Cristovão na Vila Madalena, e mesmo o Ibotirama, na esquina da Fernando de Albuquerque com a Augusta. O Leblon (desde que você não beba cerveja de garrafa que custa o dobro de um boteco comum) na Bela Cintra e, como já me lembraram nos comentários, o Bar do Léo, na rua dos Andradas, no centrão (sábado é dia de bolinho de bacalhau), merecem uma visita. No entanto, os meus preferidos são…

Veloso
É um botecão pé limpo com jeito de botecão pé sujo (o que traz um certo charme). Tem uma camisa do Juventus (da Rua Javari mesmo, não o italiano) na parede, as mesas de madeira bem próximas e quase sempre na lotação máxima. O chopp é leve e você bebe como se fosse água, mas os carros chefes da casa são a melhor caipirinha da cidade (Souza, o responsável, foi eleito o melhor barman de São Paulo nos últimos três anos pelo seleto júri da Veja São Paulo) e as sensacionais porções de coxinha (foto acima) e bolinho de arroz com toque de calabresa.

As caipirinhas são algo. Tem de saque, vodka (nacional e Absolut) e cachaça (Velho Barreiro, mesmo). Opto sempre por esta última, e vou devorando o cardápio começando quase sempre por Tangerina, depois Frutas Vermelhas, Jabuticaba, Frutas Amarelas, Abacaxi e Carambola. As coxinhas são reverenciadas por muitos. Eu, por exemplo, passei dois anos ouvindo a namorada dizer que nenhuma coxinha poderia ser melhor que a do Balbec, em Uberaba, até ela provar a do Veloso. Virou fã. Se vou com ela, é a primeira coisa que ela pede. Se vou sem ela, tenho que trazer uma porção pra casa.

Depois de freqüentar o bar durante um bom tempo (já faz uns três anos), passei da coxinha para o bolinho de arroz com toque de calabresa, com recheio que derrete na boca. O Veloso fica em uma rua de paralelepípedos na Vila Mariana, atrás da caixa d’agua entre as estações de metrô Ana Rosa e Vila Mariana. Paralelo a ele, e dividindo a mesma cozinha (ou seja, a mesma coxinha e o mesmo bolinho de arroz, mas não o mesmo barman) tem o Brasa Mora, uma versão ajeitada do Veloso. O cardápio é quase o mesmo que o do vizinho, com a vantagem que nele há um item especial: o sensacional bife de tira de picanha, meu prato preferido nessa cidade maluca. Aos sábados, tanto Veloso quanto Brasa Mora oferecem feijoada. Vale.

Rua Conceição Veloso, 56, Vila Mariana
http://www.velosobar.com.br/

Exquisito
Não lembro a primeira vez que fui ao Exquisito, mas foi nas primeiras semanas após a inauguração. Hoje em dia, quando algum amigo inventa de aparecer e quer beber em algum lugar, sempre indico o Exquisito. Éum lugar bom para beber com amigos. Por ficar na rua em que eu moro, por ter um dos melhores chopps escuros da cidade, por ser o primeiro bar de São Paulo a servir Patricia e Nortenha e também pela magnífica porção de bolinho caipira, algo que me faz suspirar e me leva direto para as festas juninas de infância em Taubaté. Eles também tem um cardápio de responsa de comidas latinas (com destaque para o chilli com carne) e a decoração do local é bem cool.

Rua Bela Cintra, 532, Consolação
http://www.exquisito.com.br

Esquinão do Fuad
Já faz uns seis ou sete anos que fui apresentado á picanha no saralho (eu escrevi saralho), e me apaixonei (por “culpa” de uma ex-namorada, que me levou para conhecer seus amigos, que ficaram meus amigos, e até hoje batem cartão no lugar – nós todos). A especialidade da casa são as carnes, e esqueça bebidas especiais: o que funciona no Fuad são as cervejas de garrafa. Na minha última ida ao local, mês passado, quando fui cambaleante olhar a conta da mesa para deixar uma grana já estávamos em 39 cervejas. “Só faltam nove para esvaziarmos dois engradados”, pensei, mas não cedi a tentação e fui pra casa. Com certeza, o pessoal da mesa alcançou a marca. Hehe. A decoração é de botecão com uma infinidade de placas oferecendo as diversas especialidades da casa. Tempos atrás eles lançaram a Picanha a La Ronaldo, que vem acompanhada de mandioca e agrião. Apesar de ser corintiano, preferi continuar com a picanha no saralho. Ligelena é fã do lugar.

Rua Martin Francisco, 244, Santa Cecilia
http://www.esquinagrill.com.br

Bar do Zé
Eu morei seis anos na Rua Maria Antonia. Ok, três na esquina da Maria Antônia com a Dr. Vila Nova, e três na própria Maria Antônia. Não tem como deixar o Bar do Zé de fora de uma lista dos meus botecos prediletos de São Paulo. Cansei de beber sozinho no balcão observando a rua movimentada (geralmente por gente do Mackensie) assim como almocei diversas vezes em mesinha na rua (uma vez, inclusive, com o casal Stereo Total na mesa ao lado folheando uma cópia xerox do livro dos Mutantes). Fiquei completamente viciado no pão com mortadela e vinagrete e recomendo várias vezes o Monalisa, um delicioso sanduiche de quatro queijos. Aqui o negócio todo também gira em torno da cerveja de garrafa. Lembra muito um bar de bairro de cidade do interior. E ainda tem um porém: o pessoal dos Festivais (Chico, Paulinho da Viola) bebia aqui naquela época. Mais histórias? É só bater “Bar do Zé + Maria Antônia” no Google. hehe

Rua Maria Antonia, 216, Vila Buarque

Charm
A única coisa boa do Charm é a… localização. A única. Ele fica na esquina da Rua Antonio Carlos com a Rua Augusta, quase em frente ao Espaço Unibanco, e é um ótimo lugar para se esbarrar em amigos. Ou seja: é uma autêntica curva de rio. Mesmo que eu tentasse nunca saberia quantas vezes fui lá. Dezenas de porres homéricos começaram ali. Várias noites do ano em que morei na Rua Antônio Carlos começaram ali. Eu conheci minha namorada, inclusive, numa roda de cerveja que fizemos na calçada, “o” lugar para se ficar no Charm. Para você sentir o nível da coisa, já participei da comunidade do bar no Orkut discutindo coisas tão edificantes quanto a identidade do Tio de Pijama. Papo de boteco, claro. Os lanches são toscos, mas a cerveja está sempre gelada. Tente sempre conseguir uma mesa na calçada. 90% do legal deste bar é ficar na calçada. Mas também não sei quantas vezes bebi no porão… risos

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E então, quais são os seus botecos preferidos em Sâo Paulo?

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Me apresentando: Marcelo Costa, o Mac, 38 anos. Sou editor do Scream & Yell. Comecei com a Keep Coller no colégio e passei pela fase Jack Daniels (pura, sem gelo) e do Hi-Fi (com Fanta Laranja) até me apaixonar pelas cachaças. Hoje em dia, socialmente, vou de caipirinha (de abacaxi ou morango), cervejas (as belgas são sensacionais) e Fanta Uva. Não bebo água, prefiro coca-cola (de garrafa, 290ml).

Autor: - Categoria(s): Se meu copo falasse..., Sem categoria, Utilidade pública Tags:
09/01/2009 - 19:23

Ricos, famosos e “pra lá de Bagdá”

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Aproveitando a onda de críticas – positivas e negativas – da mini-série global Maysa, o Bebidinhas decidiu fazer um lista glamourosa daqueles chiques e famosos que sempre foram conhecidos por entornarem o copo sem censura.

O grupo de boêmios é grande, afinal existe algum artista que não goste de soltar um “te considero pacas”, acompanhado de um abraço, meio cambaleante, mas sincero?

Entre os companheiros de copo estão alguns velhos conhecidos como Charles Bukowski, Ernest Hemingway e F. Scott Fitzgerald. Confira abaixo os que mais se destacam, seus drinks prediletos, cantem conosco o refrão “Todos acham que eu falo demais/E que eu ando bebendo demais/Que essa vida agitada/Não serve pra nada/Andar por aí/Bar em bar, bar em bar” e cheers!

– Jennifer Aniston – Margarita
– Napoleão Bonaparte – Absinto e Chambertin
– Charles Brackett – Martini
– Charles Bukowski – Boilermaker
– Raymond Chandler – Gimlet, Martini e Stinger
– William Faulkner – Mint Julep e Uísque
– F. Scott Fitzgerald – Gin Rickey e Martini
– Ernest Hemingway – Absinto, Daiquiri, Martini, – Mojito, Papa Double
– Jack Kerouac – Margarita
– Jack London – Martini
– George Lucas – Old Fashioned
– Edouard  Manet – Absinto
– Marilyn Monroe – Dom Perignon
– Pablo Picasso – Absinto
– Frank Sinatra – Jack Daniel’s e Martini
– Oscar Wilde – Absinto
– Oprah Winfrey – Absinto

Lembra de mais alguém?

Autor: - Categoria(s): Se meu copo falasse... Tags:
08/01/2009 - 12:25

Como deixar elas “facinhas”?

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“Eu voltei
Agora é pra ficar
Porque aqui
Aqui é o meu lugar”
(Eu Voltei – Roberto “o rei” Carlos)

O blog Coletânea Net publicou hoje uma lista que deve agradar os garotos “around the world”.

De acordo com uma matéria da revista Playboy norte-americana, a tequila é responsável pela maior parte dos “Onde estou?”, “Quem é você?” e “O que você está fazendo na minha cama…sem roupa?”.

O “estudo” foi realizado em uma base de 860 garotas, que abriram o seu coração e confessaram quais as bebidas que as deixam mais “facinhas” na balada.

Confira o ranking:

1- Tequila
2- Vodca
3- Uísque
4- Gim
5- Rum
6- Cerveja
7- Conhaque
8- Champanhe
9- Vinho tinto
10- Vinho branco

Crédito//Imagem: Getty Imagens

Autor: - Categoria(s): Se meu copo falasse... Tags:
12/12/2008 - 19:59

Um passeio no Empório Santa Maria

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A importadora de vinhos Expand está com o dólar a R$ 1,60 e fui com Guto visitar a loja que fica dentro do Empório Santa Maria (aqui em São Paulo) em busca de um prosecco pra fazer uma pauta de bebida de natal pro Bebidinhas. Ai, os sacrifícios que a gente faz por esse blog… ;)

Sim, os preços estão suuuuper amigos, não só na Expand, como também no Empório Santa Maria, que tem uma seleção incrível de bebidas. Foi lá que descobrimos a caixa especial de Cointreau para fazer Cointreau-politans (sim, Cosmopolitans de Cointreau) e a caixa da Chivas com um DVD do “Shine a light”, o documentário dos Stones de Scorsese. A caixa do Contreau estava por R$ 57,90 e a do Chivas, R$ 105. A foto é tosca porque tirei do celular, tem uma bonita no Trecos.

Dá pra ficar horas admirando as garrafas e pegando dicas com as atenciosas demonstradoras. Diante de meu espanto com a beleza das garrafas de vodca, uma delas me disse que fabricantes apostam em garrafas mais modernas para as vodcas porque é uma garrafa de jovem. Já as de uísque são mais tradicionais, porque têm um público mais velho. “Uísque de jovem é Red Label, e os apreciadores dizem que eles estragam a bebida ao misturar com energético”, a moça me disse. E não é que é verdade?

Pra completar, dava pra degustar copinhos de sorvete de chocolate com laranja, Cointreau e de uísque Jim Bean. Já se programou pra dar um pulinho lá? Se você não está em São Paulo, não fique triste. O Empório Santa Maria entrega em todo o Brasil.

Autor: - Categoria(s): Jardins, Recomendamos, São Paulo, Se meu copo falasse..., Utilidade pública Tags: ,
07/10/2008 - 00:29

Eu bebo sim, e estou vivendo

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Velho BukSeria hipocrisia minha dizer que muitos dos grandes escritores da história nunca tiveram certa afinidade com o álcool. Tampouco seria bobagem deixar de associar alguns de seus feitos aos drinks a mais ou àquela sede insaciável do “dia seguinte”.

E é em homenagem a esses que nunca dispensaram uma saideira – mesmo passando da conta em alguns momentos – que citarei abaixo os literatos que nunca sofreram a ressaca moral, típica dos simples mortais, gente como a gente. E melhor: aproveitaram esses momentos para deixar para a humanidade algo melhor do que um “Te considero pacas”.

Top of the pops

– Jack Kerouac
– Jack London
– F. Scott Fitzgerald
– Edgar Allan Poe
– Willian Faulkner
– Charles Bukowski
– Ernest Hemingway
– Hunter S. Thompson
– Charles-Pierre Baudelaire

Vocês acham que faltam alguém na lista? Opinem!

Cheers!

 

Autor: - Categoria(s): Se meu copo falasse..., Utilidade pública Tags: , ,
17/09/2008 - 00:00

O ritual para uma Stella perfeita

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No Campeonato de Tirador de Chopp para Jornalistas a gente competiu tirando chopps Stella Artois. GENTE, é uma das minhas cervejas do coração, fiquei muito feliz quando soube que iamos aprender com ela. Confesso que nunca tinha bebido o chopp, só a cerveja, então estava ansiosa para provar a Stellinha – mais legal ainda ela tirada por minhas próprias mãos :D

Eu sabia que a Stella era uma cerveja de tradição e tudo – afinal vem escrito no rótulo que ela é fabricada desde 1366 – mas ainda não conhecia o ritual para servir Stella Artois. Foi aí que entrou em cena Andrei, nosso PROFESSOR DE TIRAR CHOPP, para ensinar os nove passos para servir uma Stella perfeitinha. Sim, são NOVE passos, e tivemos que repetir todos eles no campeonato. Não é fácil de lembrar de todos ali na hora do vamos ver, mas nos ensinaram direitinho, olha só:

(Se você não conseguir assistir ao vídeo aqui, assista no YouTube)

Vou explicar aqui por escrito como as coisas funcionam, se você quiser pode tentar em casa ;)

Passo 1 – A Purificação – Consiste em deixar o cálice perfeitamente limpo e gelado. Para isso, muito detergente, esfrega-esfrega e água gelada. Sua mão vai gelar também, mas tudo por um chopp perfeito! Pra ver se está limpinho, olhe o cálice contra a luz.

Passo 2 – O Sacrifício – Ai que dó: o primeiro jato de chopp tem que ser descartado. Isso pra evitar que a bebida que já está no “caninho” da chopeira vá para seu cálice. Esse jatinho pode estar quente, eca…

Passo 3 – A Alquimia – Ô coisa linda… com o cálice a 45°, você derrama o líquido dourado (emoção!) O chopp circula no fundo do cálice, formando a proporção ideal entre cerveja e espuma. Já dá pra começar a salivar.

Passo 4 – A Coroa – Também conhecida como colarinho. Para a coroa ficar linda, você deixa o cálice na posição vertical. Aí a cerveja não entra em contato com o ar, e o sabor fica intacto.

Passo 5 – A Remoção (que o professor chamou de reverência) – Fecha-se a torneirinha sem deixar nenhuma gota extra cair no cálice. Nem fora dele, né? Já basta o desperdício do começo…

Passo 6 – A Guilhotina – Elimina-se o excesso de espuma do cálice com uma espátula liiiinda. A espátula também tem que estar a 45°. Só pode passar a espátula uma vez, e COM AMOR. Nem muito rápido, nem muito devagar. Com isso você tira as bolhas maiores, que podem estragar seu chopp, e só deixa as bolhinhas pititicas, que deixam a coroa cremosa. Sabe?

Passo 7 – A Regra dos Dois Dedos – ALÔU CARIOCAS, ESSA É PRA VOCÊS: chopp tem que ter colarinho! Dois dedos (uns 3cm) de colarinho, pra manter a bebida geladinha e saborosa. E pra fazer aquele bigodinho maroto.

Passo 8 – A Limpeza do Cálice – Achou que já estava na hora de beber? Nããããão (é um pouco frustrante, eu sei). Depois disso tudo, o cálice volta pra uma banheira de água limpa e recebe um banho final, pra eliminar qualquer vestígio de chopp do lado de fora. Sua mão vai gelar de novo, mas você está quase lá.

Passo 9 – A Honra – AEEEEE! Pode beber feliz sua Stellinha perfeita. E exibir seu vasto conhecimento dos 9 passos na próxima mesa de bar!

Autor: - Categoria(s): Eventos, Se meu copo falasse..., Utilidade pública Tags: , , ,
16/09/2008 - 15:18

I Campeonato de Tirador de Chopp para Jornalistas

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A gente já tinha dito que ia marcar presença, né? Então hoje pegamos um táxi – claro – e fomos defender a camisa do Bebidinhas no campeonato. Na verdade a competição entre jornalistas era um “esquenta” para o 3º Brasil Master Chopp, etapa brasileira do World Draught Master 2008

 

Vamos ser honestos: a gente não conseguiu nenhum lugar no pódio, uma pena. Eu, “The Bad”, fiquei em quarto lugar, Marco “The Gaucho” ficou em quinto, e Marcelo “The Good” ficou em nono lugar. A honra do pódio ficou para os três da fotinho ao lado: em primeiro lugar Marcelo Jucá, do Gastronomia e Negócios; em segundo lugar Juliana Crem, do Guia da Cerveja, e em terceiro lugar Cleo Tassitani, do Destaque SP. Mas a gente deu muita risada, aprendeu os 9 passos do ritual para tirar um chopp Stella Artois e saimos de lá com vontade de fazer isso mais vezes, nem que seja em nossas próprias casas ;)

Nos próximos posts vamos explicar os 9 passos do ritual e contar nossas experiências do outro lado da chopeira. E, claro contar quem foi o grande campeão da competição SÉRIA, que reúne os maiores tiradores de chopp do Brasil. Aguardem ;)

 

Autor: - Categoria(s): Causos, Eventos, Se meu copo falasse... Tags: , , ,
14/08/2008 - 18:07

Bom, barato e em alemão

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Quem nunca precisou contar as moedinhas na hora de comprar um drink em um bar que atire a primeira pedra. Pois bem, quando as moedinhas são em Euro, então, o budget é ainda menor. E foi em um desses momentos de “necessidade” que conheci uma bebida bastante exótica, nos canfundós de Kreuzberg, um bairro turco divertidíssimo de Berlim, a cidade que não dorme (podem acreditar).

O bar ficava no terceiro andar, se a memória não me falha, de um prédio comercial e o acesso para o boteco alemão dava-se por meio de uma portinha imperceptível para qualquer turista. Só encontramos o lugar graças a um amigo brasileiro, local, que hoje mora em Berlim.

Depois de subir alguns lances de escada, encontramos o lugar, vazio, talvez em virtude do horário e do dia da semana – 3h da madruga de uma quarta-feira, se não me engano.

Começamos com um clássico Jägermeister (a pronúncia, amigos, é assim, oh: “Iaguermainster”), enquanto aguardávamos a chegada de uma outra conhecida chamada Isabel. Alemã da gema, Isabel estava em Berlim há alguns meses, após passar uma temporada em Londres.

Quando ela chegou (exatamente no horário combinado; inclusive achei os alemães ainda mais pontuais do que os ingleses), pediu no bar um drink ainda inédito para essa paulistana by night. Quando perguntei do que se tratava, Isabel foi sucinta: “Red wine and coke” – já que ninguém falava alemão, conversávamos em inglês mesmo. Não consegui esconder a minha cara estupefata, afinal a idéia de tomar vinho e Coca-Cola não é lá das mais agradáveis. Pelo menos não, assim, juntos.

Bem, com bastante simpatia e perseverança a alemã maluquinha me convenceu a ir até o bar e pedir a mesma coisa. O barman, ao contrário do que imaginava, não achou estranho o pedido e cobrou por ele €2. Ah, nem preciso dizer que a bebidinha conquistou meu coração outrora berlinense.

O gosto não é ruim e confesso ter tomado outros dois drinks iguais ao longo da noite. A bebida é basicamente composta de meia dose de vinho tinto e meia dose de Coca-Cola – no meu caso, light. Gostei.

Quem quiser “sentir o clima” berlinense pobre aqui no Brasil, ouse! Eu recomendo. Ah, claro, o nome da bebidinha é Kalimotxo, de origem basca (Bebidinhas também é cultura).

Cheers

PS. Bom, amigos de copo, para quem não me conhece, sou jornalista, editora do Arena Turbo, “mãe” do blog Game Girl, além de frequentadora assídua de botecos “around the world”.

Crédito//Foto: Flickr mikeltxo2008

*****Atualização*****

Adorei! Eu não sabia que se tratava de uma bebida conhecida aqui no Brasil, principalmente no Sul do país. Bom, aqui em São Paulo, onde moro, não é muito comum beber vinho e Coca-Cola. De qualquer forma, compartilhar essas experiências todas é muito bacana. Dicas são sempre bem-vindas ;p
Cheers

Autor: - Categoria(s): Provamos, Se meu copo falasse... Tags: , , , ,
13/08/2008 - 17:45

Bem-vindos ao Bebidinhas

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Adivinha como nasceu a idéia deste blog? Se você pensou em uma mesa de bar, acertou. A gente não lembra muito bem quando foi (ai, o álcool…), mas achamos que foi no carnaval, entre muitas garrafas de cerveja e vodcas misturadas com frutas.

Com a benção de Ale Blanco, a dona do Comidinhas, escolhemos o nome. Só podia ser “Bebidinhas”. Porque a gente quer falar de tudo que bebemos, alcóolicos e não-alcóolicos, doce ou amargo, quentinho ou gelado. A gente quer dar receitas, dicas dos lugares mais legais no Brasil e no Mundo pra beber bem, comparar marcas de bebida, contar causos… é um ponto de encontro pra quem gosta de beber (e quem não gosta?)

Então seja bem-vindo ao Bebidinhas, e não esqueça de deixar seu comentário, a gente vai adorar.

Tim-tim!

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