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Arquivo de abril, 2009

23/04/2009 - 10:17

Opinião do Consumidor: Primator 16% Exkluziv

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Teste de Qualidade: Primator 16% Exkluziv
– Produto: cerveja lager
– Nacionalidade: República Tcheca
– Graduação alcoólica: 7,5%
– Nota: 4/5

Um dos cavalos de batalha da cervejaria Pivovar Náchod, na República Tcheca, a Primator 16% Exkluziv é uma cerveja de coloração dourada, espuma densa e aroma intenso num conjunto que destaca o inconfundível amargor no paladar e a intrigante doçura do malte Morávio, que lembra um pouco a mel. Eleita pelo concurso WBA 2008 a melhor cerveja Lager do mundo, a Primator 16% Exkluziv é conhecida em todo o mundo como uma Doppel Bock, e é um pouco mais escura que as tradicionais cervejas brasileiras.

Não se confunda com os 16% do nome, pois ele não tem relação com a graduação alcoólica da bebida. Essa numeração equivale ao extrato primitivo (ou original) do mosto de malte da cerveja cujos padrões brasileiros seguem a seguinte tabela: de 5 a 10,5% equivalem a uma cerveja leve; de 10,5 a 12,5% a uma cerveja comum; de 12%5 a 14% a uma cerveja extra; acima de 14% a uma cerveja forte. Ou seja: os 16% da Primator estão bem acima dos padrões.

O alto teor de extrato primitivo eleva o grau alcoólico, que neste caso alcança os 7,5%, um número nem um pouco baixo para o padrão nacional. E a Pivovar ainda tem uma versão 24% de extrato primitivo da Primator, escura e adocicada, cujo grau alcoólico bate os 10,5% (um dos mais altos da Europa). Porém, em termos de gosto de cerveja, a versão 12% é muito melhor com o malte e o lúpulo em seus devidos lugares. Ela é indicada para dias frios e também para acompanhar pratos de carne. Uma boa pedida para o inverno que está chegando. A garrafa de 500ml custa R$ 12 nas boas lojas. Vale. Duas delas equivalem a seis de outras. Confie.

Ps. Eu falei duas. Cuidado com a terceira. Cuidado.

Autor: - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags: ,
13/04/2009 - 08:37

Opinião de Consumidor: Steenbrugge

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Teste de Qualidade: Steenbrugge Dubbel Bruin

– Produto: cerveja escura
– Nacionalidade: belga
– Graduação alcoólica: 6,5%
– Nota: 3,2/5

Um leitor alemão comentou por aqui certa vez que eu precisava urgentemente passar pela Bavária. Ele estava incomodado com minha predileção pelas cervejas belgas e, principalmente, com meu descaso com as alemãs. Porém, é só pegar uma Steenbrugge nas mãos para descobrir que a paixão pelas belgas não é à toa. Produzida na Abadia de St. Peter, a Steenbrugge versão Dubbel Bruin (há, ainda, uma versão clara) é uma cerveja Ale de (bela) cor escura, espuma persistente, com aroma de chocolate, café e especiarias que se estende ao sabor cujo paladar abre um pouco amargo no começo para ficar suavemente doce no final com notas de caramelo e ervas aromáticas. Uma delícia.

A história da cervejaria é bastante interessante. Ela começou a ser produzida em 1084 em Flandres, na Bélgica, por Arnold de Tiegem que fundou a Abadia de St. Peter e passou a produzir cerveja com a qual “curava” operários doentes, pois ao consumir cerveja no lugar de água (imprópria para beber na Idade Média), os operários livravam-se das doenças. A fama da cervejaria foi tanta que ela foi declarada o santo patrono dos produtores belgas.

O que diferencia a Steenbrugge de outras marcas de Abadia é o Gruut. Há séculos atrás, cada cidade costumava ter sua própria cerveja, com sua própria personalidade. Em Bruges, cidade de Flandres próxima ao pequeno vilarejo de Steenbrugge, onde se encontra a abadia se St. Peter, a personalidade foi determinada por essa mistura de ervas que os fabricantes adquiriam da casa de ervas da cidade, conhecida como Gruuthuse. Para a fabricação de Steenbrugge, esta tradição medieval continuou e os padres da Abadia de St. Peter também enriqueceram sua cerveja com esta mistura. A Steen Brugge chega ao Brasil importada pela Bier and Wien com o preço em torno de R$ 17 (a garrafa de 330 ml). Em se tratando de cerveja sou mais as belgas.

Leia também:
– Opinião do Consumidor: Kriek Boon (aqui)
– Opinião do Consumidor: Hoegaarden (aqui)
– Opinião do Consumidor: Erdinger Champ (aqui)
– Opinião do Consumidor: 8.6 Red (aqui)
– Opinião do Consumidor: Beck’s (aqui)
– Top Ten Cervejas Européias (aqui)

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/04/2009 - 10:54

Cerveja quente nunca mais

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Você já esteve na seguinte situação: seus amigos aparecem em casa sem avisar ou você esqueceu de colocar as bebidas para gelar antes de eles chegarem? Seus problemas acabaram! Ok, sem parecer propaganda das Organizações Tabajara, achei o Cooper Cooler prático e muito útil.

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Autor: - Categoria(s): Utensílios Tags:
08/04/2009 - 09:35

Opinião de Consumidor: Kriek Boon

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Teste de Qualidade: Kriek Boon
– Produto: cerveja
– Nacionalidade: belga
– Graduação alcoólica: 4%
– Nota: 2/5

Conhecida como “Fruit Lambic”, a Kriek Boon (que acaba de chegar ao país via Bier & Wein) é uma cerveja de fermentação espontânea que leva cereja (Krieken) em sua formulação. Melhor irmos com calma. O bom bebedor sabe que existem duas categorias básicas de cervejas, certo: as Ales (de alta fermentação) e as Lagers (de baixa fermentação). A Kriek Boon, porém, é de uma terceira categoria, conhecida por Lambics. São cervejas de fermentação espontânea (ou selvagem) produzidas no Vale do Senne, perto de Bruxelas, cujo maior diferencial é não receberem adição de fermento durante o processo de fabricação.

Se a falta de adição de fermento já bastaria para diferenciar uma cerveja, a Kriek Boon tem uma particularidade que a torna especial: cada litro de cerveja recebe ao menos 250 gramas de cereja. Isso mesmo, a fruta. A cereja é adicionada inteira via maceração (método adotado na cultura do vinho) e o resultado é uma cerveja de paladar ácido-doce, com bela espuma e baixa graduação alcoólica. Para dar um charme ao produto, a Kriek Boon é engarrafada com rolhas de champagne e já tem prêmio no currículo: medalha de ouro do Monde Selection, de Bruxelas.

A rigor, o brasileiro apaixonado por Lagers vai estranhar a Kriek Boon. Sua leveza e o sabor de cereja bastante destacado chamam a atenção enquanto produtos tão queridos como o malte e o lúpulo acabam ficando em segundo plano, porém é preciso ter em mente que essa é uma cerveja para ser bebida em ocasiões especiais (seu preço, em torno de R$ 30, exemplifica isso), e não em happy hour de sexta-feira ou em frente à TV assistindo a um jogo de futebol. Se os amantes da loura gelada talvez estranhem a Kriek Boon, aqueles que não gostam de cerveja (preferindo champagne ou mesmo vinho) deviam dar uma chance para esta belga doce e ruiva. Pode rolar romance.

Leia também:
– Opinião do Consumidor: Hoegaarden (aqui)
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– Opinião do Consumidor: 8.6 Red (aqui)
– Opinião do Consumidor: Beck’s (aqui)
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Autor: - Categoria(s): Eventos, Opinião do Consumidor, Provamos Tags: , , , , ,
03/04/2009 - 11:28

Smirnoff por Michel Gondry

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Comerciais de bebidas – especialmente os de cerveja – costumam ser constrangedores e machistas ao extremo, mas que bom que sempre há uma ou outra exceção.

Em 2007, diretor francês Michel Gondry, responsável por filmes como “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” e por uma porção de clipes incríveis de bandas legais, assinou o comercial da Smirnoff e transformou o mundo visto através de uma garrafa de vodca em uma corrida frenética.

Ok, o mundo pode nem sempre parecer uma corrida frenética depois de um pouco de vodca, mas o comercial vale uma espiada (ou seria um gole?):

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