Publicidade

Publicidade

Arquivo de dezembro, 2008

20/12/2008 - 09:55

Champanhes com desconto? O Bebidinhas dá a dica!

Compartilhe: Twitter

O clube de compras Coquelux vai somente neste domingo (dia 21) e na segunda (dia 22) oferecer champanhes da distribuidora francesa Part des Anges com até 45% de desconto.

O clube é fechado, mas os leitores do Bebidinhas podem conferir e comprar as bebidas clicando aqui.

Autor: - Categoria(s): Utilidade pública Tags:
17/12/2008 - 09:25

Calendário Lavazza e a experiência do expresso italiano

Compartilhe: Twitter

Meninos, mais um calendário para a alegria de vocês! Desta vez aqui vão os cliques do calendário da marca de café expresso Lavazza, que querem mostrar o verdadeiro espírito italiano. Os cliques são da renomada fotógrafa Annie Leibovitz. E aí, vocês acham que a experiência está bem representada?

Autor: - Categoria(s): Recomendamos Tags:
12/12/2008 - 19:59

Um passeio no Empório Santa Maria

Compartilhe: Twitter

A importadora de vinhos Expand está com o dólar a R$ 1,60 e fui com Guto visitar a loja que fica dentro do Empório Santa Maria (aqui em São Paulo) em busca de um prosecco pra fazer uma pauta de bebida de natal pro Bebidinhas. Ai, os sacrifícios que a gente faz por esse blog… ;)

Sim, os preços estão suuuuper amigos, não só na Expand, como também no Empório Santa Maria, que tem uma seleção incrível de bebidas. Foi lá que descobrimos a caixa especial de Cointreau para fazer Cointreau-politans (sim, Cosmopolitans de Cointreau) e a caixa da Chivas com um DVD do “Shine a light”, o documentário dos Stones de Scorsese. A caixa do Contreau estava por R$ 57,90 e a do Chivas, R$ 105. A foto é tosca porque tirei do celular, tem uma bonita no Trecos.

Dá pra ficar horas admirando as garrafas e pegando dicas com as atenciosas demonstradoras. Diante de meu espanto com a beleza das garrafas de vodca, uma delas me disse que fabricantes apostam em garrafas mais modernas para as vodcas porque é uma garrafa de jovem. Já as de uísque são mais tradicionais, porque têm um público mais velho. “Uísque de jovem é Red Label, e os apreciadores dizem que eles estragam a bebida ao misturar com energético”, a moça me disse. E não é que é verdade?

Pra completar, dava pra degustar copinhos de sorvete de chocolate com laranja, Cointreau e de uísque Jim Bean. Já se programou pra dar um pulinho lá? Se você não está em São Paulo, não fique triste. O Empório Santa Maria entrega em todo o Brasil.

Autor: - Categoria(s): Jardins, Recomendamos, São Paulo, Se meu copo falasse..., Utilidade pública Tags: ,
08/12/2008 - 10:32

O natal do Bebidinhas

Compartilhe: Twitter

Achei no Lifehacker essas e outras sugestões de decoração de natal para o leitor do Bebidinhas. Qual delas você teria em casa? Quais outros você criaria?

Autor: - Categoria(s): Utensílios Tags:
05/12/2008 - 08:00

Top Ten Cervejas Européias

Compartilhe: Twitter

Entre julho e agosto passei 40 dias na Europa assistindo a shows, conhecendo alguns pontos turísticos do velho mundo e… bebendo cerveja. Era verão, o que não quer dizer muita coisa se você está na Escócia (e, às vezes, na Bélgica), mas faz toda diferença quando o assunto é Espanha, França ou Inglaterra (imagina: peguei uma semana inteira de sol em Londres!). Amigos ficaram decepcionados quando contei que não bebi uísque nacional na Escócia, mas meu lance era outro.

Assim que abri a primeira cerveja na Bélgica (na verdade, a primeira latinha foi aberta ainda sobre o Atlântico), um novo mundo se abriu com várias novidades. As cervejas belgas, sem dúvida, conquistaram o meu coração. As alemãs desceram bem – e a Beck’s, cerveja que me acompanhou no show do Radiohead em Berlim, está sendo vendida no Brasil – mas eu esperava mais. As escocesas foram uma completa decepção (a Tennents, que patrocina o T In The Festival é tão leve que parece água).

A Espanha, ao contrário, foi uma surpresa. E até a Heineken, que está entre as marcas que mais detesto no Brasil, se mostrou agradável em Benicassim. A Inglaterra também não surpreendeu (Newcasttle, John Smith’s), mas era de se esperar já que as cervejas preferidas dos ingleses são a irlandesa Guiness e a belga Stella Artois. No fim das contas foram umas 40 marcas de cerveja diferentes em 40 dias de viagem das quais selecionei 10 para este singelo Top Ten. Não tem nada de definitivo nem de especialista aqui. É apenas opinião de consumidor. Anote as dicas e experimente.

10) San Miguel (Espanha) 4,8%

Nos sites de especialistas ela não tem uma boa classificação, mas foi uma ótima companheira nas caminhadas pelo bairro gótico de Barcelona e também em alguns passeios em Madri. Sabor forte, metalizado, que você acostuma após a segunda latinha. Há, também, uma versão especial cuja receita segue a da primeira feita em um convento situado nas Filipinas.

09) Amstel (Holanda) 5,0%

Apesar de ter bebido algumas garrafas de um litro na beira da praia em Benicassim, na Espanha, essa cerveja é natural da Holanda e leva o nome do rio que corta Amsterdã, capital do país. Divide o mercado holandês com a Heineken, mas é um pouco mais forte (nem tanto assim) e mais amarga que a concorrente (que também faz sucesso na Espanha). Nasceu em 1883.

08) CruzCampo (Espanha) 4,8%

É uma cerveja pale lager suave que lembra muito as marcas brasileiras. È suave e refrescante e me acompanhou durante a estadia em Málaga, na Andaluzia, sob o sol de 40 graus que acariciava a praia banhada pelo Mediterrâneo. Segundo o rótulo, é fiel à receita original de 1904. Há, ainda, uma versão Especial bastante saborosa com 5,7% de grau alcoólico. Extra: é a cerveja que patrocina a seleção espanhola.

07) Orval (Bélgica) 6,2%

Orval é um mosteiro belga fundado em 1070 que fica perto da fronteira com a França. É de lá que sai uma das cervejas trapistas (produzida em abadia católica) mais famosas do mundo. A cerveja começou a ser produzida apenas em 1931 como forma de angariar fundos para a reconstrução da abadia destruída na Revolução Francesa. Sua produção ainda é feita na abadia sob a supervisão de 11 monges, e sua receita é um segredo absoluto. Bebi na praça central de Leuven. É uma cerveja forte, densa, que sobe que é uma beleza. Para tomar devagar, com cuidado e sonhar com anjos.

06) Köstritzer (Alemanha) 4,9%

Primeira cerveja escura e alemã da lista, a Köstritzer é a cerveja preta mais famosa da Alemanha. Fabricada pela cervejaria de mesmo nome desde 1593 (seguindo o acordo da Lei da Pureza Alemã de 1516), a Köstritzer é moderadamente amarga e muito leve. Deverá surpreender os fãs da docinha Malzbier nacional. Conta a história que Goethe, quando estava doente e impossibilitado de comer, se alimentava desta cerveja. Sabor forte e encorpado. Bebi caminhando pela ex-Berlim Oriental.

05) Mahou (Espanha) 5,5%

Pronuncia-se Mau, e se você for de Ibéria para a Europa não pense duas vezes: peça Mahou no almoço/jantar, no café da manhã ou antes de dormir e, se possível, faça amizade com os comissários de bordo para o caso da sede bater em algum horário diferente. É levíssima, de grau alcoólico elevado (para os nossos padrões, não para os belgas) e é uma ótima maneira de entrar no mundo das cervejas européias, já que lembra bastante as nacionais, mas é mais saborosa. Existe uma versão clássica, mais fraca. Deixe de lado e vá atrás da versão 5 Estrellas datada de 1969. Bebi em vários lugares da Espanha.

04) Voll-Damm (Espanha) 7,2%

Eu tinha certeza de que essa cerveja era alemã quando a peguei em uma lojinha de Madri, mas descobri depois que ela era de Barcelona. Cerveja quase escura cuja marca patrocina o festival de jazz da cidade. O rótulo ainda informa que ela ganhou o prêmio de melhor cerveza strong lager do mundo em 2007 no World Beer Awards. Extremamente saborosa. Uma delicia. Recomenda-se, porém, ir devagar. Seu alto teor alcoólico (para brasileiros, belgas e espanhóis) sobe rapidinho. A mesma cervejaria fabrica a Estrella Damm, clara, que poderia ter conseguido um lugarzinho nessa lista e serviu de consolo para a perda do show de Tom Waits, em Barcelona.

03) Hoegaarden (Bélgica) 4,9%

Produzida na pequena vila de Hoegaarden, no norte da Bélgica, desde 1441, a Hoegaarden, também conhecida como White Beer, possui um processo de fabricação único e complexo: a primeira etapa é um processo de alta fermentação. Depois, a cerveja é engarrafada sem pasteurização e permanece em repouso por mais três semanas para que aconteça a re-fermentação dentro da garrafa. A aparência final é de uma cor amarelo ouro e opaco típico das cervejas de trigo belgas. Além de seu processo de produção diferenciado, ela contem ingredientes especiais como sementes de coriandro e raspas de casca de laranja, ingrediente que lhe confere alta refrescância e um gosto entre o frutado e o cítrico. É uma cerveja bastante leve e deliciosa que deixa um azedinho no paladar após ingerida. Bebi várias em… Londres.

02) Leffe (Bélgica) 6,5%

Fui recebido em Leuven, cidade da Stela Artois, por uma belga, a Odile (que abrigou a mim e a um amigo, Carlos, durante os nossos dias de Rock Werchter). Ela preparou um jantar e, a certa altura, perguntou se gostávamos de cerveja. Resposta assertiva e, na seqüência, uma Leffe Blonde (que, segundo ela, era guardada para as visitas). Foi paixão ao primeiro gole que, em seguida, tive que dividir com a versão Brune, mais saborosa ainda. Segundo os fabricantes, ela mantém a mesma receita desde 1240, quando surgiu feita pelos monges da antiga abadia de Leffe. A clara tem um sabor forte e é levemente adocicada no final. A escura é mais encorpada. A paixão foi tanta que a bebi, ainda, em Glasgow, em Paris e em Londres. E mantenho sempre umas cinco (tanto dela quanto da Hoegaarden) na geladeira para o caso da saudade bater mais forte.

01) Duvel (Bélgica) 8,5%

Tirem as crianças da sala. O negócio aqui é sério. Quer sentir o clima: o nome desta excelência em cerveja, traduzido, quer dizer “Diabo”. Eita cervejinha danada. Eu e o Carlos a encontramos por acaso, no almoço de despedida em Leuven. Íamos pedir outra Orval, mas acabamos buscando uma novidade no cardápio, e nos deparamos com ela. Bebemos duas e saímos felizes da vida. Deixei o amigo na estação de trem, virei as costas e encontrei mais três comparsas recifenses e tive que mostrar para eles a descoberta. Bebemos mais três, pedimos a garrafa para descobrir a graduação alcoólica, e caímos pra trás com os 8,5% estampados no papel. Uma delicia com jeitinho inocente: uma garrafinha gordinha, fofa, que quer testar sua confiança. Cuidado: nunca (NUNCA) beba mais do que três garrafinhas. Diz a lenda que esta é a cerveja escura que se transformou em ouro. Criada em 1918 para comemorar a vitória dos Aliados na 1ª Guerra Mundial, é até hoje o carro chefe da pequena cervejaria independente Moortgat. Eleita a melhor cerveja disponível nas prateleiras brasileiras pela Revista Prazeres da Mesa. Faço coro, brindo e vou além: Duvel é uma das melhores cervejas do mundo.

Serviço:
As marcas espanholas ainda são difíceis de serem encontradas no Brasil. As belgas Leffe e Hoegaarden, no entanto, estão sendo importadas pela Ambev e podem ser encontradas em bons supermercados (em São Paulo, na rede Pão de Açúcar) por menos de R$ 4 a long neck. A alemã Köstritzer pode ser encomendada em importadoras, e a garrafa de 500 ml está saindo por volta de R$ 8. Já a espanhola Voll-Damm começa a pesar no bolso: R$ 12,90. A Duvel, no entanto, vai além e honra a qualidade custando mais caro que algumas boas vodkas: R$ 17 a long neck e R$ 47 a garrafa de 750 ml nas importadoras.

As cervejas Trapistas
Existem apenas sete cervejarias trapistas em todo o mundo. Só cerveja fabricada em um mosteiro, sob o olhar atento da comunidade monástica cisterciense que ali vive, pode legitimamente usar o nome das estritamente controladas “Trappiste”. A Bélgica é a casa de seis fábricas: Orval, Chimay, Rochefort, Westvleteren, Westmalle e Achel. A sétima é Koningshoeven e está localizada na Holanda.

Leia também:
– As oito melhores cervejas belgas, por Gustavo Brunoro (aqui)
– Diário de Viagem Europa 2008, por Marcelo Costa (aqui)

Autor: - Categoria(s): Causos, Eventos, Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos, Utilidade pública Tags: , , , ,
04/12/2008 - 15:34

Descubra quantas calorias você bebeu

Compartilhe: Twitter

A dica é do Ricardo Lombardi. A BBC criou uma espécie de calculadora de calorias para álcool. O funcionamento é bem simples: você diz o que bebeu (não apenas o álcool, mas eventuais tônicas ou refrigerantes misturados) e a quantidade, e o site diz de quantas calorias é o prejuízo (inclusive informando quanto a bebedeira vale em alimento sólido).

Está tudo em inglês, mas a tradução é simples: beer é cerveja, wine é vinho e spirits são destilados em geral. Só não faço idéia do que é alcopop – quem souber pode contar nos comentários. Segundo a calculadora, um gin tônica tem módicas 110 calorias.  Já duas cervejas pesam bem mais: 355 calorias. Quer beber sem sair do regime? Calcule

PS: Renata Honorato, colaboradora aqui do Bebidinhas, elucidou o mistério. Alcopop é um “alcoholic soft drink’ – em outras palavras, smirnoff ice e equivalentes.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/12/2008 - 12:46

Jessica Alba posa para o calendário Club Campari

Compartilhe: Twitter

A Campari vai lançar um exclusivo calendário com apenas 9.999 cópias (quantos 9, minha gente!) e escolheu a bela Jessica Alba para musa das fotos tiradas por Mario Testino.

Em sua décima edição, o calendário escolheu como tema um Club Campari, “onde você vai descobrir um mundo de beleza e sensualidade marcado pelo único e inconfundível toque da Paixão Vermelha”. UIA! :D

E aí? Deu sede, meninos? ;)

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo